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Intercâmbio

Aluno Janelso Sousa representa o Brasil no concurso Caminhos do Mercosul
27/11/2009

Pelo segundo ano consecutivo, Janelso Sousa, aluno do High School (Ensino Médio) da Escola Internacional de Alphaville, será um dos seis estudantes brasileiros a representar o país na sétima edição do “Caminhos do Mercosul”, concurso histórico-literário voltado a estudantes do ensino médio de escolas públicas e privadas e promovido pelos Ministérios da Cultura e da Educação dos países que integram o Mercosul. 

O feito alcançado pelo jovem aluno, que em 2008 já havia sido selecionado como um dos 6 estudantes brasileiros que representaram o Brasil em uma viagem pelos campos de sal do altiplano boliviano, torna-se ainda mais relevante ao se constatar ter sido ele escolhido em primeiro lugar, em um universo de centenas de candidatos. 

Para conseguir tal honraria, Janelso pesquisou a fundo uma das vertentes de estudo sobre o tema proposto para a edição de 2009 do “Caminhos do Mercosul”, qual seja, “As Cidades Históricas Mineiras”, e se dedicou a escrever sobre a Inconfidência Mineira. 

“A primeira edição realizada no Brasil teve como tema a cidade de Brasília e agora, as cidades históricas de Minas Gerais. Eram quatro opções de temas e tivemos de escolher entre fazer um conto, uma monografia, um ensaio ou um estudo histórico – meu texto resultou algo entre um estudo histórico e uma monografia”, relata Janelso. 

Como prêmio, o aluno da Escola Internacional irá se juntar a outros cinco estudantes brasileiros e a 36 estudantes oriundos de  Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai, em uma viagem, a ocorrer entre 12 e 20 de dezembro, através dos monumentos históricos, peculiaridades sociais e belezas artísticas das chamadas “cidades históricas” do estado de Minas Gerais, como Tiradentes, Ouro Velho e São João Del Rey. 

“A expectativa é semelhante à do ano passado, pois ainda não conheço a região; pode ser a mesma lingua, a mesma moeda, mas o lugar é desconhecido”, observa Janelso, que se mostra radiante com mais essa conquista e agradecido pelo apoio da Escola Internacional e da professora de História Marcela Cavalllante, que o orientou no processo de pesquisa e preparação do trabalho. “Não tem como não dizer que estou muito feliz; a Escola Internacional ajuda bastante, tenho professores muito bons aqui. A Marcela também colaborou demais comigo.”
 
Estudo aprofundado

 São diversos os benefícios aos que participam de um concurso como o “Caminhos do Mercosul”: há a fundamental troca cultural e de realidades sociais ao se conviver com estudantes de seis diferentes nações, numa experiência que visa “estimular e fortalecer o conhecimento e os vínculos entre os jovens estudantes da região, por meio da abordagem, a partir de diferentes perspectivas de nossas raízes culturais e da travessia conjunta de caminhos, estradas e rotas que formam o nosso patrimônio natural e cultural regional”, segundo explica o regulamento do projeto.
 
 E também existe a questão pedagógica, ao se aprender os macetes para se redigir monografias, ensaios, contos, estudos históricos, bem como técnicas eficazes de pesquisa, que muitas vezes geram importantes releituras de momentos históricos específicos.
 
 “Hoje há aquela imagem, de que se defendeu a liberdade na Inconfidência Mineira. Só que os Inconfidentes não queriam nem a Independência do Brasil, queriam a Independência das minas de ouro, que seria mais conveniente para eles. Não só para não pagarem mais o quinto. A Coroa estava cobrando muitos impostos, impondo regras que os prejudicavam, sobretaxando. Aí eles passaram a pensar se valia a pena continuar subordinado à Coroa, que, apesar dos impostos insanos que cobrava, não deixava ninguém fazer nada na colonia: não se podia abrir universidades, manufaturas, fábricas”, comenta Janelso.
 
 De acordo com a professora de História Marcella Cavallante, a pesquisa levada a cabo por Janelso foi bastante aprofundada, e buscou desvendar como se deu a construção do mito de Tiradentes.

 “A idéia foi estudar a 'pessoa' Tiradentes e entender como e por que se deu a construção do mito em torno de sua figura. Isso porque na época sua morte não trouxe repercussão, somente depois da Independência é que começou essa 'revisão'. Criaram um mito, tanto é que o retrataram e retratam até hoje semelhante a Jesus, associando sua figura à do suplício. Isso ocorreu pela falta de identidade do povo brasileiro em relação a uma independência promovida pelos portugueses”, conclui a professora.



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